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Esclerose múltipla

Tratamento do surto

   Quando o surto é confirmado, o paciente é tratado com a chamada pulsoterapia. É administrado um corticóide (metilprednisolona) em altas doses diárias por via endovenosa por 3 a 5 dias, o tempo exato depende da evolução do paciente. Geralmente os surtos são tratados, mas naqueles pacientes com baixa tolerância à medicação (ex.: diabetes mellitus descontrolado) e com sintomas muito leves, a pulsoterapia não é feita.

    O medicamento em geral é bem tolerado, mas pode ocasionar efeitos adversos como aumento da pressão arterial, da glicemia além de efeitos mais raros como alterações psiquiátricas, infecções como verminoses. Por isso, alguns cuidados devem ser tomados como monitorização da pressão e da glicemia e tratamento com um anti-parasitário (ivermectina).

    Caso a pulsoterapia não seja eficaz, outras medidas podem ser tomadas: repetição da pulsoterapia, imunoglobulina venosa, plasmaférese.

Referências:

Reich DS, Lucchinetti CF, Calabresi PA. Multiple sclerosis. N Engl J Med 2018 Jan; 378 (2): 169-180.

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